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  • Carlos Eduardo Sanches

Um iceberg chamado AnSiedADe

Atualizado: 16 de Ago de 2019

“A mente é como um iceberg, flutua com 70% de seu volume na água”. – Sigmund Freud –



De repente você está ali, com a sua rotina, seus afazeres e lhe falta o ar, ou mesmo o coração dispara. Já experimentou algo parecido?



Vamos inicialmente separar duas palavras que podem ser confundidas: o medo e a ansiedade. O medo acontece quando emocionalmente sentimos alguma ameaça, que pode ser real ou apenas alguma percepção que temos sobre algum perigo, acontecimento, objeto, etc. Já a ansiedade ocorre quando nós tentamos lidar com o futuro, imaginando que há uma ameaça. A palavra ansiedade é definida pela sensação de receio, ou seja, é uma sensação que de algo ruim ou inesperado pode ocorrer. 

O medo frequentemente é ligado com momentos que precisamos lidar com alguma emergência, algum perigo imediato. Sentimos por vezes repulsa ou paralisação. A ansiedade por outro lado tenta a todo momento colocar a gente pronto para lidar com o inesperado, promovendo uma sensação de vigilância do corpo e mente. A ansiedade permite nosso corpo e mente responder a ameaças futuras de imediato.

É importante diferenciar a ansiedade tida como normal e aquela que nos causa problemas. Normal é quando a ansiedade é uma resposta justa com o que nos ocorre, não nos sentimos repreendidos e é consciente. Já aquela que nos causa problemas, não faz sentido frente ao que nos ocorre, envolve conflitos internos e que nos bloqueia a realizar tarefas, é exagerada e interferem na nossa vida podem ser considerada como algo anormal.


Ao nos depararmos com alguma situação que promova ansiedade, podemos avaliar a sua duração, a intensidade que ela ocorre e se está ligada ao estimulo que a provocou e a partir disso conhecer os sinais de ansiedade que acontecem com mais frequencia. Válido ressaltar que a presença de sinais não indica sofrimento com a ansiedade, é interessante consultar um profissional da Psicologia para uma análise e um diagnóstico correto. Os sinais mais comuns são:


Irritação, fragilidade do humor, falta de concentração, fadiga, mãos geladas, taquicardia (coração acelerado) ou respiração ofegante quando pensamos em fazer algo, alterações de sono, ver perigo em tudo, fome ou falta de apetite excessiva, dor no ombro e nuca constante, preocupações com o futuro demasiadamente, náuseas e diarreia sem motivo aparente, obsessão e perfeccionismo. Estes sinais podem ocorrer sozinhos ou em conjunto.


Ao nos depararmos com alguma situação que promova ansiedade, podemos avaliar a sua duração, a intensidade que ela ocorre e se está ligada ao estimulo que a provocou e a partir disso conhecer os sinais de ansiedade que acontecem com mais frequência.


Válido ressaltar que a presença de sinais não indica sofrimento com a ansiedade, é interessante consultar um profissional da Psicologia para uma análise e um diagnóstico correto. Faça terapia.


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Carlos Eduardo Sanches

Psicólogo - CRP: 06/149006


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